Se voce tem vergonha .
E se rebaixa de opinioes e criticas e zomba de voce.
Voce de se lembrar que a vida e sua voce e que decide o que fazer
voce e que sabe que faz de sua vida
voce nao deve prestar atençao ou ouvir o que as pessoas falam de mal de voce .
voce deve fazer o que voce quer
o que voce deseja
nao de ouvidos para esse tipo de gente
seja voce mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
LADY GAGA!!!!!!!!!!!!!!!
Lady Gaga surge com visual assustador em nova foto de divulgação do seu CD
Lady Gaga: no começo da carreira e atualmente
De qualquer forma, comparando as fotos acima - de Gaga no início da carreira e agora, fica claro que a cantora emagreceu muito de um tempo para cá. Essa perda de peso vem preocupando os fãs.
GAGA E NOVA VERSAO DE BORN THIS WAY
Lady Gaga
TUDO SOBRE MICHAEL JACKSON MOONWALKER ARCADE
A Sega no fim dos anos 80 dominava o reino dos jogos eletrônicos e simuladores de fliperama. Michael Jackson também estava com a corda toda vendendo milhões de cópias do seu último disco, intitulado Bad. Era considerado pela mídia pop como um mega astro. A aliança desses dois monstros do entretenimento de massas culminou no surgimento de um jogo que foi lançado simultaneamente para os fliperamas e para o console Gênesis Mega Drive: Michael Jackson’s Moonwalker. Esse título agradou uma boa parte dos fãs do cantor, além dos jogadores ávidos por novidades.
Hoje em dia soa meio como uma piada lançar um jogo carregado com o nome de um astro da música. Ainda mais quando se trata do poço de escândalos que se tornou Michael Jackson, de uns anos pra cá. O máximo que poderia acontecer é incluírem as faixas de maior sucesso de determinada banda dentro de um game. Mas naquela época, com Moonwalker, Michael teve o privilégio de acompanhar passo a passo a feitura do jogo que leva o seu nome, participando do conceito e do design do game, além de contar com o merchandising do logotipo do filme Moonwalker. Assim, as massas poderiam conhecer e assistir também o filme, lançado em 1989. Esse musical lançado para os cinemas foi um enorme fiasco de bilheteria. O jogo demonstra claramente a popularidade e o poder que o nome Michael Jackson tinha sobre a mídia de massas.
A placa do game era devidamente colocada numa opulenta caixa arcade toda estilizada. Não tinha como não chamar a atenção de quem passasse por perto. O sound engine era outro show a parte, tocando em alto e bom som as músicas que, naquela época, faziam muito sucesso, como Bad, Billie Jean e Beat It, e outras menos conhecidas como Smooth Criminal e Another Part of Me. Essas músicas são as mesmas tocadas na versão lançada para Mega Drive. A principal diferença presente nas duas versões está na concepção e perspectiva de jogo. Enquanto na versão arcade o jogo é do tipo tridimensional, na versão caseira o jogo é apenas plataforma.
Vamos aos principais departamentos do game.
Nome do arcade original: Michael Jackson’s Moonwalker
Fabricante: Sega
Ano de lançamento: 1990
Tamanho: 32 megas de memória
O jogo.
Moonwalker divide- se apenas em cinco fases, cada uma contendo uma subfase onde Michael encontra um chefe. Os ambientes são variados, como cavernas, estacionamentos e interior de construções, e a concepção do jogo é sempre em perspectiva tridimensional, como aparecem nas fotos. Os inimigos podem aparecer de todas as partes da tela, mas atacam de modo previsível. O jogo portanto não é difícil, basta um pouco de prática para se acostumar aos comandos e memorizar os inimigos quando eles aparecem. No meio do caminho, o jogador poderá resgatar crianças que estão coagidas em determinados pontos. Basta encostar nelas para que Michael ganhe pontos, magias ou mais energia.
Dificuldade
O jogo não é difícil. A maioria dos inimigos ataca de modo previsível, só precisando tomar um pouco mais de cuidado com os chefes. Mesmo o Mr. Big, o último chefe do game, pode ser derrotado com um pouco de treino e atenção em seus movimentos.
Jogabilidade.
É muito simples controlar os movimentos de Michael sobre a tela. São dois botões disponíveis, um deles faz Michael soltar um raio para afastar temporariamente seus inimigos. E o outro botão faz Michael dançar, literalmente, acompanhado de alguns de seus maiores sucessos. Parece piada? Experimente jogar no Mame e veja com seus próprios olhos... com essa dança acompanhada de belos efeitos visuais, ele pulveriza todos os seus oponentes. Além disso, ele pode se transformar em um robô em determinadas partes do game. Com isso, seu poder de fogo aumenta consideravelmente.
Gráficos.
Particularmente eu gostei muito do trabalho artístico do jogo. Os desenhos gráficos são interessantes, possuem muito brilho e bastante variação de cor (o jogo utiliza uma paleta de 4096 cores). Concluindo: o jogo é visualmente bonito e caprichado.
Som.
Outro quesito que chama bastante atenção. Não posso deixar de comentar que me decepcionei com uma coisa: achava que as músicas Bad, Billie Jean e Beat It da versão arcade eram todas cantadas. Não são. As melodias de fundo são todas instrumentais, como as que estão disponíveis na versão para Mega Drive. Não mudou quase nada. Pelo menos essas melodias são muito boas. Outro ponto negativo fica para a inclusão daqueles irritantes gritinhos que o Michael dá quando ele dança ou quando passamos para a próxima fase: aquilo é difícil de engolir...
Bom, pelo menos o jogo toca bem os sucessos já mencionados acima, que fizeram a cabeça da moçada nos anos 80. Os efeitos sonoros, como explosões e golpes, assim como as vozes sintetizadas do jogo, são decentes.
Prós e contras do game.
Prós:
- bons gráficos, o jogo tem um belo visual;
- boa trilha sonora;
- concepção do jogo criativa e original;
- fator diversão;
- possibilidade de até três jogadores participarem simultaneamente do game.
Conclusão.
Michael Jackson’s Moonwalker foi um daqueles arcades diferentes e interessantes, com muita bagagem comercial e merchandising para promover o filme, possuía uma certa qualidade em alguns de seus departamentos e aproveitou- se do popular nome Michael Jackson para atrair o grande público. Para quem quer conhecer um game da Sega diferente, divertido e engraçado, Moonwalker pode ser uma opção.
Hoje em dia soa meio como uma piada lançar um jogo carregado com o nome de um astro da música. Ainda mais quando se trata do poço de escândalos que se tornou Michael Jackson, de uns anos pra cá. O máximo que poderia acontecer é incluírem as faixas de maior sucesso de determinada banda dentro de um game. Mas naquela época, com Moonwalker, Michael teve o privilégio de acompanhar passo a passo a feitura do jogo que leva o seu nome, participando do conceito e do design do game, além de contar com o merchandising do logotipo do filme Moonwalker. Assim, as massas poderiam conhecer e assistir também o filme, lançado em 1989. Esse musical lançado para os cinemas foi um enorme fiasco de bilheteria. O jogo demonstra claramente a popularidade e o poder que o nome Michael Jackson tinha sobre a mídia de massas.
A placa do game era devidamente colocada numa opulenta caixa arcade toda estilizada. Não tinha como não chamar a atenção de quem passasse por perto. O sound engine era outro show a parte, tocando em alto e bom som as músicas que, naquela época, faziam muito sucesso, como Bad, Billie Jean e Beat It, e outras menos conhecidas como Smooth Criminal e Another Part of Me. Essas músicas são as mesmas tocadas na versão lançada para Mega Drive. A principal diferença presente nas duas versões está na concepção e perspectiva de jogo. Enquanto na versão arcade o jogo é do tipo tridimensional, na versão caseira o jogo é apenas plataforma.
Vamos aos principais departamentos do game.
Nome do arcade original: Michael Jackson’s Moonwalker
Fabricante: Sega
Ano de lançamento: 1990
Tamanho: 32 megas de memória
O jogo.
Moonwalker divide- se apenas em cinco fases, cada uma contendo uma subfase onde Michael encontra um chefe. Os ambientes são variados, como cavernas, estacionamentos e interior de construções, e a concepção do jogo é sempre em perspectiva tridimensional, como aparecem nas fotos. Os inimigos podem aparecer de todas as partes da tela, mas atacam de modo previsível. O jogo portanto não é difícil, basta um pouco de prática para se acostumar aos comandos e memorizar os inimigos quando eles aparecem. No meio do caminho, o jogador poderá resgatar crianças que estão coagidas em determinados pontos. Basta encostar nelas para que Michael ganhe pontos, magias ou mais energia.
Dificuldade
O jogo não é difícil. A maioria dos inimigos ataca de modo previsível, só precisando tomar um pouco mais de cuidado com os chefes. Mesmo o Mr. Big, o último chefe do game, pode ser derrotado com um pouco de treino e atenção em seus movimentos.
Jogabilidade.
É muito simples controlar os movimentos de Michael sobre a tela. São dois botões disponíveis, um deles faz Michael soltar um raio para afastar temporariamente seus inimigos. E o outro botão faz Michael dançar, literalmente, acompanhado de alguns de seus maiores sucessos. Parece piada? Experimente jogar no Mame e veja com seus próprios olhos... com essa dança acompanhada de belos efeitos visuais, ele pulveriza todos os seus oponentes. Além disso, ele pode se transformar em um robô em determinadas partes do game. Com isso, seu poder de fogo aumenta consideravelmente.
Gráficos.
Particularmente eu gostei muito do trabalho artístico do jogo. Os desenhos gráficos são interessantes, possuem muito brilho e bastante variação de cor (o jogo utiliza uma paleta de 4096 cores). Concluindo: o jogo é visualmente bonito e caprichado.
Som.
Outro quesito que chama bastante atenção. Não posso deixar de comentar que me decepcionei com uma coisa: achava que as músicas Bad, Billie Jean e Beat It da versão arcade eram todas cantadas. Não são. As melodias de fundo são todas instrumentais, como as que estão disponíveis na versão para Mega Drive. Não mudou quase nada. Pelo menos essas melodias são muito boas. Outro ponto negativo fica para a inclusão daqueles irritantes gritinhos que o Michael dá quando ele dança ou quando passamos para a próxima fase: aquilo é difícil de engolir...
Bom, pelo menos o jogo toca bem os sucessos já mencionados acima, que fizeram a cabeça da moçada nos anos 80. Os efeitos sonoros, como explosões e golpes, assim como as vozes sintetizadas do jogo, são decentes.
Prós e contras do game.
Prós:
- bons gráficos, o jogo tem um belo visual;
- boa trilha sonora;
- concepção do jogo criativa e original;
- fator diversão;
- possibilidade de até três jogadores participarem simultaneamente do game.
Conclusão.
Michael Jackson’s Moonwalker foi um daqueles arcades diferentes e interessantes, com muita bagagem comercial e merchandising para promover o filme, possuía uma certa qualidade em alguns de seus departamentos e aproveitou- se do popular nome Michael Jackson para atrair o grande público. Para quem quer conhecer um game da Sega diferente, divertido e engraçado, Moonwalker pode ser uma opção.
INTRODUÇAO DO GAME MOONWALKER
Introdução
Michael Jackson’s Moonwalker, game protagonizado pelo Rei do Pop, e que foi lançado no início dos anos 90 pela SEGA em três versões (Arcade, Mega Drive e Master System), fez um enorme sucesso na época.
O game foi baseado no longa metragem de mesmo nome, que mostrava Michael Jackson em uma missão onde ele tinha que libertar várias crianças que foram raptadas pelo terrível “Mr. Big”.
Em sua versão Arcade, Michael Jackson’s Moonwalker é um beat-em-up, onde o Rei do Pop usa super-poderes para derrotar seus inimigos, enquanto vai salvando as crianças que são encontradas no decorrer da aventura. Seu principal ataque são raios que ele lança de suas mãos, poder este que pode ser concentrado (basta segurar o botão de ataque) para Michael desferir golpes mais contudentes e com um alcance maior.
E como o astro ficou mundialmente conhecido por suas danças, que milhares no mundo inteiro tentaram copiar, mas que ninguém conseguiu fazer igual ao Rei do Pop, estas “habilidades especiais” não poderiam deixar de marcar presença no game: Michael possui um “golpe” especial (Dance Magic) onde ele começa a dançar, contagiando assim os seus adversários, que são totalmente liquidados no final, assim que a música acaba e o Rei do Pop solta seu característico grito.
Inicialmente Michael só poderá utilizar o “Dance Magic” uma vez, mas certas crianças quando salvas poderão dar ao herói mais uma chance de usar este poder. E a cada nova vida, o Rei do Pop terá como utilizar de sua dança para se livrar mais facilmente de seus inimigos, mais uma vez. E falando nas crianças que são salvas no game, algumas poderão até mesmo restaurar a energia perdida por Michael.
Como visto no filme, Michael também pode se tranformar em um mortal robô: ao enconstar em Bubbles, seu macaco de extimação, o Rei do Pop se tranforma em sua versão cibernética, podendo lançar rajadas lasers e até mísseis. Bubbles irá aparecer em todos os estágios do game para ajudar, portanto o jogador deve ficar atento a sua presença para poder se transformar em “Michael Robô”.
Sobre o jogo
Em termos gráficos Moonwalker é um game que bem condizente com sua época, ou seja, nada de anormal, sendo totalmente dentro dos padrões dos games de Arcade do início dos anos 90. O design dos personagens estão bem bacanas, com inimigos no melhor estilo “gangster” convivendo numa boa com outros com um visual mais futurístico. Michael está com o visual que ele aparece no filme, trajando um impecável terno branco e um chapéu.
Os cenários do jogo variam de acordo com que o jogador avança na história: tudo começa numa caverna com ares de base secreta, mas a aventura também ocorre em ruas, casas noturnas e até mesmo em um cemitério, relembrando totalmente o clima do clássico clipe “Thriller”.
É legal notar que o vilão “Mr. Big” é bem similar ao grande vilão da SEGA, Dr. Eggman, que só faria sua estréia no ano seguinte ao do lançamento de Michael Jackson’s Moonwalker: ambos são bem covardes e adoram utilizar veículos gigantescos para terem uma enorme vantagem em relação aos seus adversários.
Em termos sonoros o game não tinha como ser melhor, pois 4 músicas do Rei do Pop podem ser ouvidas durante o jogo, sendo que cada uma delas toca em um estágio específico: temos os clássicos “Bad” (que toca tanto no primeiro como no último estágio do jogo), “Smooth Criminal”, “Beat It”, “Another Part of Me” e ainda a canção “Billie Jean” como tema de encerramento do game.
Os efeitos sonoros também são bacanas, com algumas vozes digitalizadas para alguns personagens além de Michael, que está sempre soltando seus gritos característicos (como as crianças que sempre soltam um “Michael!” quando são salvas, ou as ameças do insano Mr. Big). Os sons dos tiros, carros derrapando, explosões, etc, tudo está muito bem feito e ajudam a dar o clima que o jogo merece.
A jogabilidade é simples: há apenas dois botões, sendo que um ataca e o outro aciona o “Dance Magic”. O controle de Michael pela tela via o manche é fácil, e o Rei do Pop pode se movimentar com maestria pelos diversos cenários do jogo.
Moonwalker é um game muito, mas muito difícil, com inimigos variados vindo de todos os lados, e com o vilão Mr. Big sempre ficando ainda mais apelão no final de cada estágio do jogo. Algo que facilita um pouco o game é jogá-lo com três jogadores de uma só vez (sim, como todo bom Arcade, Moonwalker é multiplayer), pois desta forma fica menos complicado matar os inimigos que sempre atacam em grandes grupos. Ter uma boa quantia de dinheiro na época, para sempre comprar mais fichas, também era um dos requisitos para conseguir chegar ao final de Moonwalker.
Conclusão
Michael Jackson’s Moonwalker é um game interessante e divertido. Possui uma fórmula simples, uma dificuldade elevada, e ainda é completamente viciante! Fãs do Rei do Pop espalhados por todo o mundo com certeza jogaram muito este fliperama, nem que fosse para ouvir a voz digitalizada do cantor ou mesmo suas músicas durante o jogo. Um game que teve o peso de carregar o nome de um dos maiores artistas musicais que o mundo já teve, e que conseguiu fazer isso com maestria, já que se trata de um game excelente!
CD POSTULO DE MICHAEL JACKSON
13/12/2010 08h00 - Atualizado em 13/12/2010 13h56
CD póstumo de Michael Jackson é lançado oficialmente nesta segunda
'Michael' é menos melancólico do que 'Invincible', último álbum do cantor.
"Michael", 11º álbum da discografia do cantor, tem música registrada durante a gravação de "Thriller", lançado em 1982 ("Much too soon"), faixas que tomaram os últimos momentos de vida criativa do cantor (como "Best of joy") e vários convidados.
Figuras do R&B americano como Teddy Riley e Christopher “Tricky” Stewart produzem músicas com participações de Akon, 50 Cent, Lenny Kravitz, Ne-Yo, Jamie Foxx, Dave Grohl, além da banda japonesa de electropop Yellow Magic Orchestra. E aos que acham exagero ou criticam a iniciativa, é bom ressaltar que este não deve ser o último. Em entrevista à rádio BBC, Riley afirmou que já trabalha em outras inéditas para um segundo CD póstumo.
Todas as faixas de "Michael" foram liberadas gradativamente para audição no site oficial do cantor nas últimas semanas. Confira as primeiras impressões do G1 para cada faixa do álbum:
1 - "Hold my hand", com Akon
O rapper de origem senegalesa escreveu este xarope R&B de batidas manjadas para que ele mesmo gravasse. Mas Akon, esperto como sempre, logo mudou de ideia quando sua presença foi confirmada no processo de modernização da imagem e da sonoridade de Michael, com quem gravou a faixa em 2008. “Eu sabia que a gravação seria bem mais importante se estivesse em um disco do Michael Jackson”, explicou pouco antes de a música ser lançada como single.
2 - "Hollywood tonight"
Na abertura, Michael (ou alguém que o imita bem) manda ver um beat-box, após um coral de igreja começar os trabalhos. Ela não lembra a levada funkeada de "Remember the time" e "Dangerous" por acaso. As três foram aparadas por Riley. Na letra, ele segue os passos de uma garota que faz de tudo para ser famosa, como mudar o nome ou dar em cima de rapazes. Faltou a ela um pai de mão firme?
Mais contemplativa e épica do que as anteriores, trata-se de uma balada motivacional na linha de "Heal the world" e “Earth song”. Durante ela surgem vozes saindo por todos os lados, para amparar a fragilidade vocal de Jacko. Christopher “Tricky” Stewart é creditado como produtor. Aos que não ligam os hits aos criadores, Stewart trabalhou em “Single ladies” (Beyoncé), “Umbrella” (Rihanna) e "Baby" (Justin Bieber).
4 - "(I like) the way you love me"
O melhor é o início: uma mensagem de voz que o cantor deixou na caixa postal de seu engenheiro de som, na qual reproduz com a boca o arranjo de bateria e cantarola uma parte da música. O telefonema valeu cada centavo. Os truques Ne-Yo e Jamie Foxx, com ajuda de seu produtor Theron "Neff-U" Feemster, funcionam. Só as camadas de vocais uivantes no final que afugentam.
5 - "Monster" (com 50 Cent)
A calmaria é rompida aos berros, em mais uma produzida por Riley que cita Hollywood. Desta vez, Michael dá o recado para quem já o chamou de “monstro” e “animal”. No refrão, faz várias perguntas, cantadas com certo furor. “Por que continuam me perseguindo? Por que fazem isso comigo? Por que estão me caçando?” Discreto no registro, 50 Cent já disse que “Monster” é o “Thriller” de hoje. Ser uma das melhores do disco está de bom tamanho.
6 - "Best of joy"
A faixa está entre as últimas nas quais Michael trabalhou. Segundo os produtores do disco, a música já estava finalizada antes da morte do cantor: seria lançada durante a turnê This Is It. Mesmo que seja da mesma família de baladas melancólicas como "Stranger in Moscow", "You are not alone" e "One more chance", esta faz valer o “joy” do título, sendo muito mais alegrinha, apesar do outro sentido que a letra passou a ter após sua morte: “Eu sou o para sempre”.
7 - "Breaking news"
É estranho perceber que a primeira música do disco a ser divulgada é de longe uma das mais fracas do pacote. Outra produzida por Riley a citar o lado ruim da fama, o registro – feito em 2007 pelo popstar – é o que mais trouxe dúvidas sobre a autenticidade dos vocais gravados por Michael. “Todos querem um pedaço de Michael Jackson”, canta. Membros da família do cantor afirmaram que a voz do rei do pop é um pedaço ínfimo da massa sonora que é “Breaking news”.
8 - "(I can't make it) another day", com Lenny Kravitz e Dave Grohl
As guitarras mais pesadas do disco aparecem na música que tem os convidados mais avessos ao hip hop: o compositor da faixa, Kravitz, na guitarra; e Grohl, na bateria. A música deveria ter sido incluída no disco "Invencible" (2001), mas acabou de fora. “Ter trabalhado com Michael nesta música foi a experiência mais incrível que já tive em um estúdio”, disse Kravitz.
9 - "Behind the mask"
Saem bateria e guitarra, entram os tradicionais “ih-ih’s” de Michael e introdução com saxofone, somados a um duelo entre ele e a voz robótica da canção original. O cantor só acrescentou uma letra para a música da banda japonesa de electopop Yellow Magic Orchestra, também regravada pela banda inglesa Keane. Mesmo sendo uma espécie de Frankenstein, com partes grudadas com uma cola mais do que rala, a música aponta os rumos que o popstar poderia tomar.
10 - "Much too soon"
A balada de fim de festa encerra o expediente. Produzida por John McClain, a faixa é uma sobra das sessões que resultaram no disco “Thriller”, lançado em 1982. “Espero ter uma mudança para melhor agora / Em seguida, deixo o destino controlar minha alma / Eu espero que meus amigos possam ver / O dia que você voltar para mim / Mas eu acho que eu aprendi minha lição muito cedo” são os versos finais do CD.
terça-feira, 29 de março de 2011
QUASE TD SOBRE HARRY POTTER E AS RELIQUIAS DA MORTE
A cena de abertura começa com os olhos do novo Ministro da Magia. Ele está falando para a imprensa sobre todos os perigos e horrores que estão no mundo dos bruxos. Promete ao público segurança e proteção com o Ministério em seu comando. A cena se afasta e se transforma em uma foto de jornal.
Os Dursley rapidamente empacotam suas coisas para deixar o número 4 da Rua dos Alfeneiros. Harry fica sozinho com Edwiges.
Depois, aparece Hermione usando o feitiço que apaga a memória, Obliviate, nos seus pais. Ela os manda para a Austrália, como nos livros. Enquanto ela os enfeitiça, fotos da família na parede são mostradas e a personagem vai desaparecendo, o que pode ser perturbador. Hermione sai de sua casa depois, descendo a rua.
Calmamente somos direcionados aos Comensais da Morte ao redor de Voldemort. Vemos então uma cena de Snape chegando à Mansão Malfoy, uma sequência muito fria de Voldemort explicando aos Comensais da Morte sobre o material em comum entre a sua varinha e a de Harry. A professora de Hogwarts, que tinha sido capturada e torturada pode ser vista flutuando acima da mesa durante toda a cena. Nós também vemos uma discussão muito intensa entre Voldemort e Lúcio Malfoy, quando Voldemort pede a varinha para ser capaz de matar Harry. "O ator que interpreta Lúcio fez um bom trabalho". Ele está com a barba por fazer e sacode a cabeça humilhado enquanto Voldemort olha fixo para ele e retira sua varinha. Voldemort fala bastante neste filme. "Voldemort e Snape juntos na telona foi incrível". Então Voldemort traz à frente a professora, e logo depois que ela implora pela ajuda de Severo, ela é morta.
O filme avança como no livro. A cena em que todos tomam a Poção Polissuco e se tornam Harry's "é muito engraçada e divertida". A câmera vai em 360 graus ao redor do Harry real vendo todos eles se transformarem. Depois, quando eles estão mudando, há um momento muito engraçado que eles estão todos comentando sobre a visão de Harry, e Fleur que está horrível e tira seu sutiã do corpo de Harry. Ele fica com as roupas que os personagens originalmente estavam usando, e com suas vozes. A cena se desenrola muito bem como no livro, com exceção da grande discussão acalorada entre Harry e Lupin. Na verdade, a gravidez de Tonks é deixada de lado. Quando Tonks está prestes a fazer o anúncio, ela é empurrada e explicam como é importante locomover Harry em segurança. Mundungo Fletcher é brevemente introduzido sem ir muito a fundo nesta cena, embora esteja provado que ele está sendo forçado a estar lá e que ele tem um caráter suspeito.
A cena seguinte contrasta bastante com a anterior, é cheia de aventura e tristeza quando lembramos quais dos nossos amados personagens morrerão. Logo depois de eles se prepararem para sair, vemos a cena de Harry liberando Edwiges à porta da frente.
A cena da perseguição que se segue é muito interessante, embora a maioria dela se concentre em Harry e Hagrid (que é estupefado ou paralisado logo após a perseguição começar, deixando Harry se defender por si mesmo). A perseguição em si é muito emocionante, e acontece no alto do céu, sobre as ruas, incluindo uma sequência através de um túnel que tem a moto fazendo um looping e Harry passa pendurado de ponta-cabeça perto de um caminhão enquanto ele está pendurado arriscando sua preciosa vida. A morte de Edwiges está muito diferente da do livro. Em vez de os Comensais da Morte descobrirem quem é o Harry verdadeiro porque ele usou o feitiço Expelliarmus, eles descobrem porque Edwiges está voando perto dele para protegê-lo. No filme, Harry está prestes a ser atingido com uma maldição da morte, Edwiges fica em seu caminho e se mata. ("a morte de Edwiges no filme ficou muito melhor do que a morte no livro").
Aqui vemos uma mudança do livro: Eles vão diretamente para a Toca, não param antes na casa dos pais de Tonks. Hagrid acorda pouco antes da entrada na área protegida pelos Weasley. A forma como sabemos a morte de Olho Tonto é muito abrupta. Logo depois quando eles chegam n'a Toca, Gui dá a notícia de que Olho Tonto está morto depois que Mundungo escapa. Logo quando os Sete Potter chegam n'a Toca, Lupin chega com um Weasley ensanguentado, coloca ele no sofá, pega Harry e o sacode na parede perguntando a ele qual a criatura que estava escondida na aula de Defesa Contra as Artes das Trevas no terceiro ano de Harry.
Depois, há uma cena curta de Harry tentando sair e Rony convencendo-o a ficar para o casamento. Mais tarde, vemos eles colocarem a tenda do casamento e Rufo Scrimgeour chegando para ler o testamendo de Dumbledore. Os cineastas se esforçaram tentando manter a relevância dos itens de Dumbledore deixando-os presentes durante todo o filme. O Pomo de Ouro é sempre visto voando ao redor de Harry em vários pontos do filme, Rony usando o deluminador várias vezes. "Os Contos de Beedle, o Bardo" é ignorado, mas, obviamente, desempenha um papel importante mais tarde no filme.
Gina e Harry se beijam na cozinha enquanto Fred ("eu acho") chega devagar pela pia e fica olhando para eles. "É uma cena muito engraçada e estranha." O casamento de Gui e Fleur é um evento adorável, "foi uma cena grandiosa". A maior mudança na cena do casamento é que Harry está presente sem qualquer disfarce. Vemos alguns personagens antigos como Madame Maxime e Vitor Krum. Rony e Hermione estão circulando a tigela de ponche e Rony está fingindo não olhar para ela. Krum chega para Hermione e a pega para dançar. Rony os observa furiosamente. Assim que a dança para, uma das amigas de Fleur caminha perto e seus olhos vão de Hermione diretamente para esta outra garota, então ele desiste de Hermione.
É aqui que conhecemos o Sr. Lovegood, "que está perfeitamente retratado com este ator". A câmera foca de propósito em seu colar [o colar tem o símbolo das relíquias da morte], mas nada é mencionado sobre isso. Nós só aprendemos o seu significado mais tarde, e não há nenhuma discussão entre Rony e Krum. Depois vemos uma pequena, mas boa conversa entre Harry, a tia Muriel e Elfias Doge em que é mostrado um pouco do passado de Dumbledore. Tia Muriel provoca Harry por não saber tudo sobre Dumbledore.
O casamento é interrompido pelo Patrono anunciando a queda do Ministério da Magia e a chegada iminente dos Comensais da Morte. A mensagem de Kingsley fez tudo parar repentinamente. Os Comensais atacam. O trio se curva para se proteger. Rapidamente eles encontram suas mãos e aparatam para Picadilly Circus. Depois de uma fuga caótica, vemos o trio ir para um café, onde são atacados por outros Comensais da Morte. Será uma luta que envolve duelo de varinhas e feitiços, "nos sentimos como em uma troca de tiros". Hermione usa o feitiço de memória em um dos Comensais da Morte, o mesmo que ela usou em seus pais.
As cenas do Largo Grimmauld são muito reduzidas em comparação às cenas do livro. O trio descobre muito rapidamente que R.A.B. é Régulo Black e não há dúvidas de que é ele quem pegou o medalhão. Harry, então, encontra Monstro e o envia até Mundungo Fletcher quando ele descobre que ele roubou o medalhão. A subtrama completa dos retratos no Largo Grimmauld e no escritório do diretor em Hogwarts foram cortadas. Há cenas curtas do Beco Diagonal, onde vemos Mundungo escondendo-se das pessoas (e a primeira aparição do cartaz de Harry Potter como o Indesejável nº 1). O filme, então, corta para Harry, Rony e Hermione sentados ao redor de uma mesa, quando ouvem um barulho, então eles percebem que é Monstro com Mundungo Fletcher pendurado ao seu pescoço. Então, há uma das maiores reaçõesda plateia, Dobby cumprimenta Harry Potter enquanto a câmera consegue mostrá-lo pendurado em pé ao lado de Fletcher. Depois de um rápido interrogatório, eles percebem que precisam ir para ao Ministério da Magia. Dobby tem um retorno divertido, engraçado e de fazer o coração esquentar. Interação hilária com Monstro.
As cenas do Ministério foram quase exatamente como as do livro. A visita disfarçada ao Ministério da Magia foi cheia de tensão. Poderemos ficar nervosos pelo trio. Aparece as pessoas se empurrando para baixo em um banheiro para chegar lá e isto é "muito engraçado", quando começaram a entrar no banheiro, cada sanitário tem uma fila de pessoas entrando constantemente, mas ninguém sai. Uma coisa que se destacou é que os cineastas foram, a longo prazo, estabelecendo uma comparação entre os trouxas e os nazistas. A estátua na entrada do Ministério foi substituído por uma dos trouxas sendo esmagados até a morte por bruxos.
Mais tarde, quando Harry entra no escritório de Umbridge, vemos os trabalhadores fazendo propagandas anti-trouxa que parece quase exatamente com a propaganda nazista. Os guardas do ministério também têm faixas vermelhas em torno de seus braços, similar a dos nazistas. Por ser visualmente, é muito mais chocante do que nos livros. Os efeitos de sua fuga do Ministério foram muito inacabados, mas incluem Dementadores na sala do tribunal, e alguns feitiços por toda a sala contra tropas da guarda do Ministério.
Depois de terem com sucesso roubado o medalhão de Dolores Umbridge, o trio acampa em um lugar deserto no meio de uma floresta. O braço de Rony estar gravemente ferido, o que o coloca fora da missão por um tempo, o que prepara o cenário para o seu ciúme e a eventual partida.
Depois disso, o filme desacelera um pouco, pois é quando entramos nas cenas de quando Harry, Rony e Hermione caminham na floresta. Essas cenas tendem a arrastar um pouco, principalmente porque a primeira parte do filme é tão cheia de sequências de ação. Uma coisa que faz dessas cenas mais interessantes que o livro é que os locais utilizados por eles para estes filmes são absolutamente impressionantes. Outro elemento importante nessa série de cenas é o medalhão Horcrux, e o efeito que tem sobre quem o usa.
Enquanto Rony ouve o rádio, a subtrama do Observatório Potter é ignorada. Já que o filme é muito focado em Harry, Rony e Hermione e no que estão fazendo, a não-utilização do Observatório Potter foi uma oportunidade perdida para mostrar como as coisas estão horríveis no resto do mundo.
A virada de Rony contra Harry e Hermione se constrói na primeira metade do filme. O poder maligno do medalhão e o estresse causado pela missão caem sobre eles. A briga entre Rony e Harry foi difícil de assistir. A pobre Hermione estava devastada. Mas dava para ver o quanto Rony estava exausto. Na leitura dos livros, podemos ficar irritados por ele simplesmente abandoná-los. Ver visualmente pode mudar nossa opinião e simpatizar com sua atitude. ("Não dava para culpá-lo"). Sua partida é bastante dramática.
Depois de Rony ir embora, Harry e Hermione decidem ir para Godric's Hollow. A visita ao povoado foi triste e assustadora. É sombria, mas dá um contraste com a neve e o coral que eles ouvem de uma igreja próxima. Foi muito emocionante ver Harry visitar onde os seus pais foram enterrados. Mas o memorial aos Potter não aparece.
Uma Batilda Bagshot muito assustadora aparece no cemitério e os leva para sua casa. Assim como no livro, ela não fala na frente de Hermione, sobe as escadas apenas com Harry. Eles se falam em língua de cobra [mudança do livro, onde nós não ficamos sabendo que se tratava de ofidioglossia até pouco tempo depois]. Os efeitos da Nagini saindo de Batilda estavam, em sua maioria, incompletos, pois vimos o que parecia ser um espaço reservado para as cenas gráficas da pele de Batilda caindo ao chão e Nagini saindo pela sua boca. "Ver Nagini sair da boca de Batilda Bagshot foi muito horripilante". "Será provavelmente ainda mais assustador em 3D". A briga chega até o quarto de criança da casa vizinha. Voldemort não aparece em Godric's Hollow até eles aparatarem de volta.
Vemos Harry ter outros sonhos/visões compartilhadas, que teve durante todo o filme, levando-o a descobrir sobre a pessoa idosa que possui a varinha. Quando ele acorda, Hermione diz que ele estava gelado.
Adicionaram uma cena muito boa de Harry e Hermione deixando o medalhão (e, portanto, suas preocupações) de lado. Harry tenta animar uma Hermione deprimida dançando com ela a música "O Children", de Nick Cave. Mesmo não estando no livro, pareceu que o público achou que encaixou e que ficou adorável. Trouxe leveza a todos os momentos ruins que tinham passado até agora.
Na cena da corça prateada, Harry caminha até o gelo para recuperar a espada. Quando ele chega perto, o medalhão por volta de seu pescoço sufoca-o e o joga para dentro do gelo. Depois que Rony o salva, quando Harry abre o medalhão, um Voldemort-Horcrux em forma de tornado aparece dele, falando com Rony e projetando visualmente todos os medos dele. Joga aranhas no chão atrás dele, mostra os medos dele por sua família, por exemplo. A cena é bastante fiel ao filme, mostrou Harry e Hermione, como figuras de fumaça ("é quase como o monstro de fumaça de Lost"), ambos sem roupa (ou pelo menos aparentando estar sem roupa) dizendo as coisas mais cruéis e dolorosas para Rony e depois se beijando apaixonadamente. "Foi como um sonho para os que esperavam que Harry e Hermione acabassem juntos". Até que, finalmente, Rony destrói ele.
Depois disso, eles decidem visitar o Sr. Lovegood, onde finalmente aprendem sobre o símbolo das Relíquias.
Uma animação única e inovadora conta a história das Relíquias da Morte. Ouvimos a história dos Três Irmãos contada por Hermione, é mostrado através de uma sequência de animação. É um pouco difícil de descrever, mas é uma linda animação barebone contra um fundo simples que parece velho e um papel amarelado. Os personagens parecem basicamente como animação em figuras de palito em 3D, "quase como uma versão reduzida de algo que Tim Burton faria". Antes da animação, uma referência a "Crepúsculo" foi feita quando Hermione começa a ler "O Conto dos Três Irmãos". A cena é mais ou menos assim (as palavras não são exatamente estas): Hermione: "Um dia há muito tempo, três irmãos decidiram viajar mundo afora juntos. No crepúsculo..." Rony: "É meia noite. Minha mãe sempre diz meia-noite." Hermione dá a Rony uma olhada com raiva. Rony instantaneamente desvia o olhar. Rony: "Ah, não, você está certa. Crepúsculo é bom. Crepúsculo é melhor." "Amei a animação que descreveu o conto, enquanto Hermione o narrava. Adorei como ficou, e ajudou a mostrar tudo claramente."
Outra mudança do livro é que o Sr. Lovegood chama os Comensais da Morte para sua casa dizendo o nome de Voldemort em voz alta. (O tabu foi mencionado por Rony mais cedo no filme, mas não foi realmente explicado.) Depois que eles conseguiram escapar do ataque, e eles aparataram imediatamente onde os caçadores de recompensa estão. Eles são perseguidos pela floresta, duelando com feitiços. A cena pareceu ter sido filmada por uma câmera aérea, e teve muita mexidas e cortes rápidos, como uma sequência de perseguição do Jason Bourne. Os efeitos nesta cena também pareceram um trabalho em progresso, e não teve música (e desde que todo o filme teve uma trilha temporária, não sabemos se foi intencional deixar sem música para esta sequência). Eles são apanhados, mas não até que Hermione deforme o rosto de Harry para que ele não fique reconhecido, e então eles são levados para a Mansão dos Malfoy.
>Depois disso, finalmente vamos ver cenas de boa qualidade com os Comensais da Morte. Veremos o desespero de Lúcio Malfoy, Draco com muita incerteza do que está acontecendo ao seu redor. Nesta sequência, por exemplo, Draco mal coloca-se em uma briga com Harry por sua varinha, e todo o tempo, Draco tem um olhar conflituoso em seu rosto. O caso louco que é Belatriz Lestrange. Depois que Belatriz percebe a espada de Gryffindor, ela pega Hermione para torturá-la e manda o resto deles para as masmorras. As cenas de tortura estão muito intensas, mas muito do que fez a cena funcionar foi mostrar os personagens nas masmorras reagirem enquanto escutam Hermione gritando de dor. "Foi bastante desagradável para os ouvidos para deixar a plateia contraída". Belatriz corta a palavra sangue ruim no antebraço de Hermione. Harry olha para o caco de vidro (algo que ele estava segurando o filme inteiro, olhando para o olho de Dumbledore o tempo todo), e pouco depois, Dobby aparata para ajudar Harry. "Foi um alívio total quando Dobby apareceu para salvá-los".
Após eles saírem da masmorra, o confronto e a fuga da mansão vai muito rapidamente. Dobby derruba o lustre, Harry desvia e luta com a varinha de Draco. A cena termina com todos reunidos ao redor de Dobby, para aparatar para a casa de Gui e Fleur. Antes de saírem, vemos Belatriz atirar uma faca no grupo, e toda a cena se transforma em câmera lenta, de modo que você vê a faca voar para Dobby, e ao mesmo tempo, vemos a aparição da abertura do portal. Nós não vemos o que acontece com a faca no momento. Algo interessante para notar é que Rabicho é atacado por Dobby mas não morre no filme.
Em seguida, o filme corta para uma praia, onde Harry grita feliz que eles estão todos OK, até que ele percebe que Dobby havia sido esfaqueado no coração com a faca que Belatriz jogou. Dobby morre nos braços de Harry, e ele declara que quer enterrá-lo, tradicionalmente, sem magia. Dobby foi definitivamente o favorito do público. Quando ele apareceu pela primeira vez na tela, o público aplaudiu. Na verdade, eles aplaudiram em todas as cenas em que ele apareceu("Nunca tinha percebido o quanto ele era amado"). Portanto, foi devastador quando percebemos que Belatriz planeja matar Dobby. A morte de Dobby foi perfeitamente sublime. Dava para ver claramente a emoção de Harry e sua turma. Neste momento, é o final da primeira parte para o trio. Depois disto, temos uma música dramática.
A cena final do do filme é a única em Hogwarts. O castelo não foi mostrado, mas é provável que ele será adicionado mais tarde. Vemos Voldemort voando para uma pequena ilha onde o túmulo de Dumbledore está. Vemos Voldemort arrombando a tumba de Dumbledore, encarando seu rosto pálido, e tirando a varinha, a Varinha das Varinhas, das mãos mortas do diretor. A câmera foca no rosto alegre de Voldemort de como ele obteve a única Relíquia que ele estava procurando, a câmera se afasta e vemos que ele está conjurando uma nuvem enorme e ameaçadora. A última coisas que vemos é Voldemort conjurando um raio no céu em sinal de posse dela. "O filme termina em um local muito apropriado e me deixou com bastante vontade para a Parte 2". A plateia ficou, aparentemente, muito feliz com a divisão.
INFORMAÇÕES TÉCNICASDuração: Aproximadamente duas horas e meia. Censura: Será ou PG ou PG-13 (12 ou 14 anos), ainda não foi decidido. Um fã acredita que "tem que receber PG-13 (14 anos)".
IMPRESSÃO GERAL- Melhor filme até agora. Tem muito mais ação. - Eu diria que este é o meu favorito filme desde Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, sem sombra de dúvida. - Filme com qualidade comparada aos filmes 5 e 6, dos quais eu gostei bastante. - Embora eu prefira reservar meu julgamento até o final, depois de ver Parte 2, este é um filme bastante emocionante, se não perfeito. - No final do filme, todos preencheram questionários longos quanto a opinião sobre o filme em geral (eu dei pontuação 4 em um total de 5), assim como o que achamos das atuações, das cenas e outros aspectos. - Este é o filme mais perfeito de Harry Potter. O filme, em sua totalidade, é incrível e sombrio. Todos estavam em seu auge. Tudo estava perfeito. - Não lembro de ficar satisfeito deste jeito com um filme de Harry Potter desde Câmara Secreta. - A experiência de ver este filme foi quase exatamente igual à minha experiência de ler o livro há três anos. - Todos as cenas foram muito bem feitas, na verdade. Eu mal posso esperar para ver a parte 2. - O filme correspondeu às expectativas, e isso é um bom augúrio para Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2.
ADAPTAÇÃO- Adapta fielmente o sétimo livro, incluindo os problemas do próprio livro. As cenas de acampamento se tornam muito repetitivas, e as tentativas de drama/angústia entre o trio durante essas cenas foi muito cansativa. - É o mais fiel aos livros desde os filmes 1 e 2. - Será a continuação da série que luta com alguns dos mesmos problemas que no livro final, mas superará a maioria dos outros através de seus excelentes aspectos técnicos e atuações. - A maioria das omissões e alterações do livro parecem ser melhorias ou alterações que foram feitas para simplificar a narrativa e evitar a exposição desnecessária (como a morte de Edwiges. A mudança permitiu uma narrativa mais ágil, e também para a morte de Edwiges ser mais significativa. Eles também podem cortar um pouco das sequências da floresta). - Essa parte pareceu se arrastar um pouco, assim como no livro. No entanto, estas queixas são menores, e não se afastam significativamente do filme.
DIVISÃO- Eu ainda estou em conflito sobre a divisão, pois ambos são adequados e é como uma desculpa para prolongar a série, ao mesmo tempo. Os benefícios do filme de não ter a ação e narrativa comprimida como os filmes mais recentes, mas ao mesmo tempo, o corte parecer um pouco artificial, especialmente se você já leu o livro. Minha maior queixa com a divisão é que o filme termina pouco depois de aprendermos sobre as Relíquias (e por extensão, a razão para o título). Esse é o momento em que a história se afasta dos três personagens tentando descobrir o enredo, para os personagens terem um bom entendimento sobre o que está acontecendo e o que precisam fazer em seguida. Devido a isso, o filme não parece ter essa forte narrativa como podia. Uma vez que ambos os filmes forem lançados, não vai fazer sentido assistir a esta parte, sem ver a parte 2 logo depois, e, entretanto, o filme sofre um pouco por causa disso.
RITMO- É um filme acelerado.
ATUAÇÃO- As cenas de Rony discutindo com Harry após abandoná-los foi muito bem representada, na minha opinião. As atuações foram melhores do que em qualquer um dos filmes de Harry Potter, especialmente dos três principais personagens. - Com várias atuações fora de set agradáveis e um elenco jovem muito melhor. - Emma Watson e Daniel Radcliffe, em particular, estão muito bons.
FOTOGRAFIA- A fotografia é linda. Existem várias cenas criativas e dramáticas ao longo do filme, de modo que mesmo que se fique entediado, você pode simplesmente olhar com admiração para o lindo cenário.
EFEITOS VISUAIS- O início do filme é muito emocionante, várias sequências com muita ação. Os efeitos visuais não foram completamente terminados nestas sequências, mas eu imagino que está bastante próximo do que a versão final será. - Vimos telas verde claro (porque os efeitos especiais do filme ainda não estavam totalmente completos), mas isso não afetou em nada. - O filme ainda não estava finalizado. Em partes diversas, víamos tela verde, cordas puxando Harry, animações durante cenas de ação. Até a trilha sonora era temporária. Mas mesmo com estas "imperfeições", este filme pareceu bem perfeito.
EDIÇÃO- A edição pode ser melhorada até a edição final. Sentimos que algumas cenas foram totalmente precipitadas e incoerentes (Godric's Hollow, por exemplo). Outras continuam por muito tempo (Rony ficando com ciúmes, etc.) Existem várias sequências de flashes e sonhos que demonstram a busca de Voldemort pela 'Varinha das Varinhas'. Estas são estranhamente editadas e mal executadas. Felizmente, eles são apenas uma pequena fração do filme.
IMPORTANTE- O título do filme não contem uma distinção de ser "Parte 1". "Foi um pouco estranho ver o título de Harry Potter e as Relíquias da Morte parecido com Cavaleiro das Trevas". - O filme contou com uma trilha sonora temporária; a trilha completa ainda está sendo composta e gravada. Eles usaram uma variedade de músicas de outros filmes, tinham apenas algumas músicas do novo Harry Potter, mas soou muito como as de Hans Zimmer. - O filme é muito longo para uma pessoa que assiste a ele sem ser um grande fã da série. E isto pode trazer consequências para a edição final, que acontecerá após a leitura e análise dos questionários feitos com a platéia. - Uma série de flashbacks e memórias são usadas para contar tanto as histórias sobre as Relíquias quanto as Horcruxes. As Horcruxes ficaram bem explicadas. Dumbledore, Slughorn e mais fazem parte destas narrativas. - A produção ainda não escolheu o compositor da segunda parte de "Relíquias da Morte".
fonte do site scar potterSEMELHANÇAS COM OUTROS FILMES- De certa forma, as cenas da Horcrux quase fizeram-me sentir n"o Senhor dos Anéis", devido as cenas constantes de paisagens bonitas e as formas semelhantes que o medalhão e o anel afetam quem está usando-o. - As cenas envolvendo o Horcrux do medalhão causando a sensação de raiva/agressão remetem a "O Senhor dos Anéis". - O filme parece um pouco com "O Retorno do Rei", o terceiro e último de "O Senhor dos Anéis": longo e com um trabalho artístico impecável.
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