segunda-feira, 11 de abril de 2011

LADY GAGA!!!!!!!!!!!!!!!

Lady Gaga surge com visual assustador em nova foto de divulgação do seu CD


Divulgação/.

Lady Gaga: no começo da carreira e atualmente

Lady Gaga divulgou uma nova foto para promover o álbum "Born This Way" e, como é de costume, causou polêmica. Na imagem, uma maquiagem faz o rosto da cantora parecer bem mais magro e a data de lançamento do CD aparece como se fosse a data de sua morte.

De qualquer forma, comparando as fotos acima - de Gaga no início da carreira e agora, fica claro que a cantora emagreceu muito de um tempo para cá. Essa perda de peso vem preocupando os fãs.

GAGA E NOVA VERSAO DE BORN THIS WAY



  Reprodução/Reprodução 

Lady Gaga

Na madrugada desta sexta-feira, 25, Lady Gaga divulgou no Twitter uma nova versão da música “Born this way”. A versão intitulada ‘The country road’ foi produzida pela cantora e por Fernando.

IMAGENS MJ GAME

TUDO SOBRE MICHAEL JACKSON MOONWALKER ARCADE

A Sega no fim dos anos 80 dominava o reino dos jogos eletrônicos e simuladores de fliperama. Michael Jackson também estava com a corda toda vendendo milhões de cópias do seu último disco, intitulado Bad. Era considerado pela mídia pop como um mega astro. A aliança desses dois monstros do entretenimento de massas culminou no surgimento de um jogo que foi lançado simultaneamente para os fliperamas e para o console Gênesis Mega Drive: Michael Jackson’s Moonwalker. Esse título agradou uma boa parte dos fãs do cantor, além dos jogadores ávidos por novidades.

Hoje em dia soa meio como uma piada lançar um jogo carregado com o nome de um astro da música. Ainda mais quando se trata do poço de escândalos que se tornou Michael Jackson, de uns anos pra cá. O máximo que poderia acontecer é incluírem as faixas de maior sucesso de determinada banda dentro de um game. Mas naquela época, com Moonwalker, Michael teve o privilégio de acompanhar passo a passo a feitura do jogo que leva o seu nome, participando do conceito e do design do game, além de contar com o merchandising do logotipo do filme Moonwalker. Assim, as massas poderiam conhecer e assistir também o filme, lançado em 1989. Esse musical lançado para os cinemas foi um enorme fiasco de bilheteria. O jogo demonstra claramente a popularidade e o poder que o nome Michael Jackson tinha sobre a mídia de massas.

A placa do game era devidamente colocada numa opulenta caixa arcade toda estilizada. Não tinha como não chamar a atenção de quem passasse por perto. O sound engine era outro show a parte, tocando em alto e bom som as músicas que, naquela época, faziam muito sucesso, como Bad, Billie Jean e Beat It, e outras menos conhecidas como Smooth Criminal e Another Part of Me. Essas músicas são as mesmas tocadas na versão lançada para Mega Drive. A principal diferença presente nas duas versões está na concepção e perspectiva de jogo. Enquanto na versão arcade o jogo é do tipo tridimensional, na versão caseira o jogo é apenas plataforma.

Vamos aos principais departamentos do game.

Nome do arcade original: Michael Jackson’s Moonwalker
Fabricante: Sega
Ano de lançamento: 1990
Tamanho: 32 megas de memória

O jogo.
Moonwalker divide- se apenas em cinco fases, cada uma contendo uma subfase onde Michael encontra um chefe. Os ambientes são variados, como cavernas, estacionamentos e interior de construções, e a concepção do jogo é sempre em perspectiva tridimensional, como aparecem nas fotos. Os inimigos podem aparecer de todas as partes da tela, mas atacam de modo previsível. O jogo portanto não é difícil, basta um pouco de prática para se acostumar aos comandos e memorizar os inimigos quando eles aparecem. No meio do caminho, o jogador poderá resgatar crianças que estão coagidas em determinados pontos. Basta encostar nelas para que Michael ganhe pontos, magias ou mais energia.

Dificuldade
O jogo não é difícil. A maioria dos inimigos ataca de modo previsível, só precisando tomar um pouco mais de cuidado com os chefes. Mesmo o Mr. Big, o último chefe do game, pode ser derrotado com um pouco de treino e atenção em seus movimentos.

Jogabilidade.
É muito simples controlar os movimentos de Michael sobre a tela. São dois botões disponíveis, um deles faz Michael soltar um raio para afastar temporariamente seus inimigos. E o outro botão faz Michael dançar, literalmente, acompanhado de alguns de seus maiores sucessos. Parece piada? Experimente jogar no Mame e veja com seus próprios olhos... com essa dança acompanhada de belos efeitos visuais, ele pulveriza todos os seus oponentes. Além disso, ele pode se transformar em um robô em determinadas partes do game. Com isso, seu poder de fogo aumenta consideravelmente.

Gráficos.
Particularmente eu gostei muito do trabalho artístico do jogo. Os desenhos gráficos são interessantes, possuem muito brilho e bastante variação de cor (o jogo utiliza uma paleta de 4096 cores). Concluindo: o jogo é visualmente bonito e caprichado.

Som.
Outro quesito que chama bastante atenção. Não posso deixar de comentar que me decepcionei com uma coisa: achava que as músicas Bad, Billie Jean e Beat It da versão arcade eram todas cantadas. Não são. As melodias de fundo são todas instrumentais, como as que estão disponíveis na versão para Mega Drive. Não mudou quase nada. Pelo menos essas melodias são muito boas. Outro ponto negativo fica para a inclusão daqueles irritantes gritinhos que o Michael dá quando ele dança ou quando passamos para a próxima fase: aquilo é difícil de engolir...
Bom, pelo menos o jogo toca bem os sucessos já mencionados acima, que fizeram a cabeça da moçada nos anos 80. Os efeitos sonoros, como explosões e golpes, assim como as vozes sintetizadas do jogo, são decentes.

Prós e contras do game.
Prós:
- bons gráficos, o jogo tem um belo visual;
- boa trilha sonora;
- concepção do jogo criativa e original;
- fator diversão;
- possibilidade de até três jogadores participarem simultaneamente do game.

Conclusão.
Michael Jackson’s Moonwalker foi um daqueles arcades diferentes e interessantes, com muita bagagem comercial e merchandising para promover o filme, possuía uma certa qualidade em alguns de seus departamentos e aproveitou- se do popular nome Michael Jackson para atrair o grande público. Para quem quer conhecer um game da Sega diferente, divertido e engraçado, Moonwalker pode ser uma opção.

Trailer Harry Potter e as Reliquias da Morte (Dublado!)

Trailer Harry Potter e as Reliquias da Morte (Dublado!)

Trailer Harry Potter e as Reliquias da Morte (Dublado!)

HARRY POTTER E AS RELIQUIAS DA MORTE

INTRODUÇAO DO GAME MOONWALKER

Introdução

Michael Jackson’s Moonwalker, game protagonizado pelo Rei do Pop, e que foi lançado no início dos anos 90 pela SEGA em três versões (Arcade, Mega Drive e Master System), fez um enorme sucesso na época.
O game foi baseado no longa metragem de mesmo nome, que mostrava Michael Jackson em uma missão onde ele tinha que libertar várias crianças que foram raptadas pelo terrível “Mr. Big”.
Em sua versão Arcade, Michael Jackson’s Moonwalker é um beat-em-up, onde o Rei do Pop usa super-poderes para derrotar seus inimigos, enquanto vai salvando as crianças que são encontradas no decorrer da aventura. Seu principal ataque são raios que ele lança de suas mãos, poder este que pode ser concentrado (basta segurar o botão de ataque) para Michael desferir golpes mais contudentes e com um alcance maior.

E como o astro ficou mundialmente conhecido por suas danças, que milhares no mundo inteiro tentaram copiar, mas que ninguém conseguiu fazer igual ao Rei do Pop, estas “habilidades especiais” não poderiam deixar de marcar presença no game: Michael possui um “golpe” especial (Dance Magic) onde ele começa a dançar, contagiando assim os seus adversários, que são totalmente liquidados no final, assim que a música acaba e o Rei do Pop solta seu característico grito.
Inicialmente Michael só poderá utilizar o “Dance Magic” uma vez, mas certas crianças quando salvas poderão dar ao herói mais uma chance de usar este poder. E a cada nova vida, o Rei do Pop terá como utilizar de sua dança para se livrar mais facilmente de seus inimigos, mais uma vez. E falando nas crianças que são salvas no game, algumas poderão até mesmo restaurar a energia perdida por Michael.
Como visto no filme, Michael também pode se tranformar em um mortal robô: ao enconstar em Bubbles, seu macaco de extimação, o Rei do Pop se tranforma em sua versão cibernética, podendo lançar rajadas lasers e até mísseis. Bubbles irá aparecer em todos os estágios do game para ajudar, portanto o jogador deve ficar atento a sua presença para poder se transformar em “Michael Robô”.
Sobre o jogo

Em termos gráficos Moonwalker é um game que bem condizente com sua época, ou seja, nada de anormal, sendo totalmente dentro dos padrões dos games de Arcade do início dos anos 90. O design dos personagens estão bem bacanas, com inimigos no melhor estilo “gangster” convivendo numa boa com outros com um visual mais futurístico. Michael está com o visual que ele aparece no filme, trajando um impecável terno branco e um chapéu.
Os cenários do jogo variam de acordo com que o jogador avança na história: tudo começa numa caverna com ares de base secreta, mas a aventura também ocorre em ruas, casas noturnas e até mesmo em um cemitério, relembrando totalmente o clima do clássico clipe “Thriller”.

É legal notar que o vilão “Mr. Big” é bem similar ao grande vilão da SEGA, Dr. Eggman, que só faria sua estréia no ano seguinte ao do lançamento de Michael Jackson’s Moonwalker: ambos são bem covardes e adoram utilizar veículos gigantescos para terem uma enorme vantagem em relação aos seus adversários.
Em termos sonoros o game não tinha como ser melhor, pois 4 músicas do Rei do Pop podem ser ouvidas durante o jogo, sendo que cada uma delas toca em um estágio específico: temos os clássicos “Bad” (que toca tanto no primeiro como no último estágio do jogo), “Smooth Criminal”, “Beat It”, “Another Part of Me” e ainda a canção “Billie Jean” como tema de encerramento do game.
Os efeitos sonoros também são bacanas, com algumas vozes digitalizadas para alguns personagens além de Michael, que está sempre soltando seus gritos característicos (como as crianças que sempre soltam um “Michael!” quando são salvas, ou as ameças do insano Mr. Big). Os sons dos tiros, carros derrapando, explosões, etc, tudo está muito bem feito e ajudam a dar o clima que o jogo merece.

A jogabilidade é simples: há apenas dois botões, sendo que um ataca e o outro aciona o “Dance Magic”. O controle de Michael pela tela via o manche é fácil, e o Rei do Pop pode se movimentar com maestria pelos diversos cenários do jogo.
Moonwalker é um game muito, mas muito difícil, com inimigos variados vindo de todos os lados, e com o vilão Mr. Big sempre ficando ainda mais apelão no final de cada estágio do jogo. Algo que facilita um pouco o game é jogá-lo com três jogadores de uma só vez (sim, como todo bom Arcade, Moonwalker é multiplayer), pois desta forma fica menos complicado matar os inimigos que sempre atacam em grandes grupos. Ter uma boa quantia de dinheiro na época, para sempre comprar mais fichas, também era um dos requisitos para conseguir chegar ao final de Moonwalker.
Conclusão
Michael Jackson’s Moonwalker é um game interessante e divertido. Possui uma fórmula simples, uma dificuldade elevada, e ainda é completamente viciante! Fãs do Rei do Pop espalhados por todo o mundo com certeza jogaram muito este fliperama, nem que fosse para ouvir a voz digitalizada do cantor ou mesmo suas músicas durante o jogo. Um game que teve o peso de carregar o nome de um dos maiores artistas musicais que o mundo já teve, e que conseguiu fazer isso com maestria, já que se trata de um game excelente!

A MELHOR VERSAO DO GAME MOONWALKER DO REI DO POP MICHAEL JACKSON VEJA .....................

CD POSTULO DE MICHAEL JACKSON

13/12/2010 08h00 - Atualizado em 13/12/2010 13h56

CD póstumo de Michael Jackson é lançado oficialmente nesta segunda

'Michael' é menos melancólico do que 'Invincible', último álbum do cantor.

Capa do álbum 'Michael', que será lançado em 14 de dezembro 
pela SonyCapa do álbum "Michael" (Foto: Divulgação)
Foi fácil para a Epic Records reunir material suficiente para rechear o primeiro disco póstumo de Michael Jackson (1958-2009), que tem lançamento oficial nesta segunda (13). Bastou espremer daqui e recauchutar dali para a gravadora chegar ao repertório de dez canções do primeiro disco de inéditas do popstar desde 2001, ano de "Invincible".
"Michael", 11º álbum da discografia do cantor, tem música registrada durante a gravação de "Thriller", lançado em 1982 ("Much too soon"), faixas que tomaram os últimos momentos de vida criativa do cantor (como "Best of joy") e vários convidados.
Figuras do R&B americano como Teddy Riley e Christopher “Tricky” Stewart produzem músicas com participações de Akon, 50 Cent, Lenny Kravitz, Ne-Yo, Jamie Foxx, Dave Grohl, além da banda japonesa de electropop Yellow Magic Orchestra. E aos que acham exagero ou criticam a iniciativa, é bom ressaltar que este não deve ser o último. Em entrevista à rádio BBC, Riley afirmou que já trabalha em outras inéditas para um segundo CD póstumo.
Todas as faixas de "Michael" foram liberadas gradativamente para audição no site oficial do cantor nas últimas semanas. Confira as primeiras impressões do G1 para cada faixa do álbum:
1 - "Hold my hand", com Akon
O rapper de origem senegalesa escreveu este xarope R&B de batidas manjadas para que ele mesmo gravasse. Mas Akon, esperto como sempre, logo mudou de ideia quando sua presença foi confirmada no processo de modernização da imagem e da sonoridade de Michael, com quem gravou a faixa em 2008. “Eu sabia que a gravação seria bem mais importante se estivesse em um disco do Michael Jackson”, explicou pouco antes de a música ser lançada como single.
2 - "Hollywood tonight"
Na abertura, Michael (ou alguém que o imita bem) manda ver um beat-box, após um coral de igreja começar os trabalhos. Ela não lembra a levada funkeada de "Remember the time" e "Dangerous" por acaso. As três foram aparadas por Riley. Na letra, ele segue os passos de uma garota que faz de tudo para ser famosa, como mudar o nome ou dar em cima de rapazes. Faltou a ela um pai de mão firme?

3 - "Keep your head up"
Mais contemplativa e épica do que as anteriores, trata-se de uma balada motivacional na linha de "Heal the world" e “Earth song”. Durante ela surgem vozes saindo por todos os lados, para amparar a fragilidade vocal de Jacko. Christopher “Tricky” Stewart é creditado como produtor. Aos que não ligam os hits aos criadores, Stewart trabalhou em “Single ladies” (Beyoncé), “Umbrella” (Rihanna) e "Baby" (Justin Bieber).

4 - "(I like) the way you love me"

O melhor é o início: uma mensagem de voz que o cantor deixou na caixa postal de seu engenheiro de som, na qual reproduz com a boca o arranjo de bateria e cantarola uma parte da música. O telefonema valeu cada centavo. Os truques Ne-Yo e Jamie Foxx, com ajuda de seu produtor Theron "Neff-U" Feemster, funcionam. Só as camadas de vocais uivantes no final que afugentam.

5 - "Monster" (com 50 Cent)
A calmaria é rompida aos berros, em mais uma produzida por Riley que cita Hollywood. Desta vez, Michael dá o recado para quem já o chamou de “monstro” e “animal”. No refrão, faz várias perguntas, cantadas com certo furor. “Por que continuam me perseguindo? Por que fazem isso comigo? Por que estão me caçando?” Discreto no registro, 50 Cent já disse que “Monster” é o “Thriller” de hoje. Ser uma das melhores do disco está de bom tamanho.

6 - "Best of joy"
A faixa está entre as últimas nas quais Michael trabalhou. Segundo os produtores do disco, a música já estava finalizada antes da morte do cantor: seria lançada durante a turnê This Is It. Mesmo que seja da mesma família de baladas melancólicas como "Stranger in Moscow", "You are not alone" e "One more chance", esta faz valer o “joy” do título, sendo muito mais alegrinha, apesar do outro sentido que a letra passou a ter após sua morte: “Eu sou o para sempre”.

7 - "Breaking news"
É estranho perceber que a primeira música do disco a ser divulgada é de longe uma das mais fracas do pacote. Outra produzida por Riley a citar o lado ruim da fama, o registro – feito em 2007 pelo popstar – é o que mais trouxe dúvidas sobre a autenticidade dos vocais gravados por Michael. “Todos querem um pedaço de Michael Jackson”, canta. Membros da família do cantor afirmaram que a voz do rei do pop é um pedaço ínfimo da massa sonora que é “Breaking news”.

8 - "(I can't make it) another day", com Lenny Kravitz e Dave Grohl
As guitarras mais pesadas do disco aparecem na música que tem os convidados mais avessos ao hip hop: o compositor da faixa, Kravitz, na guitarra; e Grohl, na bateria. A música deveria ter sido incluída no disco "Invencible" (2001), mas acabou de fora. “Ter trabalhado com Michael nesta música foi a experiência mais incrível que já tive em um estúdio”, disse Kravitz.

9 - "Behind the mask"
Saem bateria e guitarra, entram os tradicionais “ih-ih’s” de Michael e introdução com saxofone, somados a um duelo entre ele e a voz robótica da canção original. O cantor só acrescentou uma letra para a música da banda japonesa de electopop Yellow Magic Orchestra, também regravada pela banda inglesa Keane. Mesmo sendo uma espécie de Frankenstein, com partes grudadas com uma cola mais do que rala, a música aponta os rumos que o popstar poderia tomar.

10 - "Much too soon"
A balada de fim de festa encerra o expediente. Produzida por John McClain, a faixa é uma sobra das sessões que resultaram no disco “Thriller”, lançado em 1982. “Espero ter uma mudança para melhor agora / Em seguida, deixo o destino controlar minha alma / Eu espero que meus amigos possam ver / O dia que você voltar para mim / Mas eu acho que eu aprendi minha lição muito cedo” são os versos finais do CD.